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Sindicatos médicos juntos em protesto nacional pela terceira vez

09/05/2017 09:42

Os dois sindicatos médicos juntam-se pela terceira vez numa greve nacional contra políticas governamentais, sendo a primeira que enfrenta o atual Governo.

Para amanha e quinta-feira, Federação Nacional dos Médicos e Sindicato Independente dos Médicos convocaram uma paralisação nacional conjunta, o que não acontecia desde o primeiro ano de Governo dirigido por Passos Coelho, com Paulo Macedo como ministro da Saúde.


O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos, Roque da Cunha, reconhece que este é o terceiro grande protesto conjunto das duas forças sindicais, embora tenham estado juntas noutras paralisações parciais, como foi o caso de uma greve nos cuidados de saúde primários no tempo do ministro Luís Filipe Pereira.

A greve desta quarta e quinta-feira é um protesto pela ausência de medidas concretas do Governo num conjunto de reivindicações sindicais que têm tentado estar a ser negociadas ao longo do último ano.

Limitação do trabalho suplementar a 150 horas anuais, em vez das atuais 200, imposição de um limite de 12 horas de trabalho em serviço de urgência e diminuição do número de utentes por médico de família são algumas das reivindicações sindicais.

Os sindicatos também querem a reposição do pagamento de 100% das horas extra, que recebem desde 2012 com um corte de 50%. Exigem a reversão do pagamento dos 50% com retroatividade a janeiro deste ano.

O Ministério da Saúde e o ministro Adalberto Campos Fernandes têm dito que não negoceiam sob pressão e consideram-se empenhados no diálogo com os sindicatos médicos.

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