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Sem ciência não há cura para Alzheimer, Europa não pode cortar apoios, diz Carlos Moedas

20/09/2017 00:02

O comissário europeu para a investigação, ciência e inovação, Carlos Moedas, salientou que sem ciência não há soluções para doenças como o Alzheimer e lamentou que a União Europeia queira cortar 500 milhões de euros no setor.

O responsável lamentou a “dualidade da Europa”, que por um lado tem um discurso de apoio à ciência e investigação, mas que por outro se propõe cortar 500 milhões de euros no orçamento para 2018 que está em debate.

O investimento na investigação na área da saúde foi superior a cinco mil milhões de euros nos últimos 10 anos, havendo mais de três mil projetos em curso, ainda que os objetivos de muitos deles não sejam à partida explícitos para o cidadão comum, disse o comissário a propósito da aposta europeia na investigação das doenças.


O encontro sobre a doença de Alzheimer, até sexta-feira, junta mais de 80 especialistas e é organizado pela Fundação Champalimaud com o apoio da Fundação Rainha Sofia, de Espanha.

Pretende debater a investigação sobre saúde social e normalização da vida das pessoas com demência e suas famílias e os avanços científicos na investigação de doenças neurodegenerativas, especialmente as doenças de Alzheimer, Parkinson e Huntington.

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