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BE/Convenção: Responsabilidade de governo dependente do reforço eleitoral

12/11/2018 00:02

O Bloco de Esquerda assumiu na XI Convenção deste fim de semana a vontade de vir a assumir funções governativas após as legislativas de 2019, mas condicionou-as a um reforço eleitoral que nunca quantificou.


Esta ideia foi sendo sublinhada durante os dois dias de trabalhos com expressões como o partido está agora “mais preparado” ou, como preferiu a dirigente Mariana Mortágua, “pronto” para integrar o governo.

Depois de ter feito um balanço dos acordos com o Governo minoritário do PS, no qual reconheceu o contributo socialista para o fim da austeridade, a líder do partido Catarina Martins indicou as cinco reformas estruturais que o BE considera essenciais.

Uma nova lei de bases da saúde, que o BE reclama que deve ser aprovada em 2019, a demografia, o combate às alterações climáticas, o controlo público do sistema de crédito e dos bens comuns e a criação da entidade da transparência, foram as propostas apresentada por Catarina Martins após ter sido reconduzida coordenadora do BE.